segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Livro - Morto até o Anoitecer - Livro 01 - Sookie Stackhouse - Charlaine Harris

Morto Até o Anoitecer - Livro 01 - Sookie Stackhouse - Charlaine Harris 
 "- Vampiros geralmente ferram aqueles que confiam neles. Não temos valores humanos, como você sabe. - Um monte de seres humanos ferram os que confiam neles."

Olá Sonhadores, como vão vocês?
Meu aniversario foi dia 17, eu sempre gosto de comemorar meus aniversários, fazer aquela festinha em casa com muita coisas gostosas para comer e convidar a família e os amigos. E para comemorar, vamos de livrinho básicoUltimamente estou lendo um livro atrás do outro, apesar de eu já ter concluído minha meta de leitura esse ano, mais no embalo até dia 31 (haha).  

primeiro livro da serie Sookie Stackhouse, da autora americana Charlaine Harris, lançado no Brasil pela editora do Grupo Ediouro em 2007, mas a minha edição é da Ediouro de 2009 com 316 paginas, narrado em primeira pessoa. O livro é Adulto (eu considero um livro Adulto, pois tem algumas cenas picantes no livro) romance de fantasia urbana paranormal e vampiros. O aviso de sempre: cuidado com os spoiler se você não leu. Conheça a sinopse 


O vampiro Bill Compton está disposto a tudo para se estabelecer em sua cidade natal - até mesmo desafiar a hierarquia dos clãs vampirescos. Mas ele não contava com uma série de assassinatos inexplicáveis, com a desconfiança dos moradores locais e com seu envolvimento com uma bela - e teimosa - garçonete telepata. (Fonte: Skoob)

Morte até  o Anoitecer, foi o livro que deu origem a serie da HBO True Blood, que começou em 2008 e terminou na 7º temporada em 2014. Eu vi a serie até a 4 temporada e eu vou terminar ela,  só não sei quando, quando eu vi a primeira temporada eu adorei, é muito viciante,  você sempre quer ver mais um episodio para saber o que vai acontecer, eu sempre gostei muitos do universo envolvendo vampiros.
Mas é claro que tem coisas diferentes do livro para a série, algumas são bem fieis, a personalidade da Sookie do livro é bem parecida a da série, a Anna Paquin interpretou muito bem, tinha algumas trejeitos que ela fazia na série eu que achava super estranhos, mas no livro eu entendi por que ela fazia aqui, acho que na serie não  tão bem explicado.   

Entretanto o que eu mais me espantou foi que no livro não existe a Tara interpretada por Adina Porter, eu fiquei esperando para que ela aparecesse, e quando ela não aparecia eu ficava tentando lembrar se talvez ela aparecesse na 2º temporada, mais eu tinha lembranças que ela sempre esteve presente na serie desde o começo. Fui da uma pesquisada, já que ela não apareceu no primeiro livro, quem sabe é no segundo, o Sr. Google me disse que ela não existe eu fiquei até meia pasma. (haha) Por essa eu não esperava, apesar de ser um livro que já foi lançado a um tempo e por causa da série tem muitas informações, porem eu não saio a procura de muitas informações.  

O livro é narrado pela a Sookie, então temos todas os pensamentos dela e os das outras pessoas, por isso, personagem que mais se desenvolvem são a própria Sookie e Bill,  os outros personagem são bem poucos desenvolvidos, com pinceladas rápidas sobre a personalidade e sua historia.  O que não acontece na série, que temos todos os pontos de vista dos personagens que é uma coisas boa, o que deixa o enredo mais dinâmico 
Vampiro Bill sempre foi para mim, meio estranho na série e no livro ele é mais estranho ainda, Stefhen Moyer pega bem essa características inicial de Bill e faz um boa atuação. também temos Eric Northman (suspira), o vampiro poderoso da sériepelo mesmo no primeiro livroAlexsander Skardsgard, faz uma boa atuação de Eric, ele não aprece tanto no primeiro livro, somente em algumas cenas, já na série ele ganhou um pouco mais de destaque. Tem um dialogo em que Bill pergunta para a Sookie se ela não estava interessado em Eric, ele admite que Eric é bem mais bonito que ele e também mais antigo. Sookie diz que não, mais sabemos que ela ficou um pouco interessada.  Sou TeamEric  ♥ (hahaha). 

Não dá para comparar muito o ritmo de um livro com uma série de TV, o livro muitas vezes ele é bem lento para acontecer alguma coisas, temos muitas informações da Sookie e de seus poderes, como ela lida com eles, como as pessoas lidam com ela. Ela teve um infância muito difícil, e todos acham ela é maluca. Com o passar dos anos ela foi aprendendo a  tentar não mostrar suas habilidades 

O livro tem algumas cenas picantes entre a Sookie e Bill, mais nada comparado a série que tem muitas cenas de sexo em cada episodio. As cenas de sexo da Sookie e Bill são explicadas, você sabe o que esta acontecendo, mais não achei nada muito erótico como já li em outros livros, talvez no decorrer da série a autora vai apimentar as cenas de sexo.  
Morto até o Anoitecer é um bom livro, para introdução para o universo que a autora está criando, como temos na Série Anita Blake da autora Laurell KHamilton (já fiz postagem do terceiro livro da série: Circo dos Condenados) que os vampiros e outras criaturas, estão "legalizados" pelo o governo a viver livremente pelo o país (EUA), a Charlaine Harris no decorrer dos livros vai nós apresentar outros seres paranormais e aprofundar mais na historias do vampirosGostei muito de ter lindo esse livro, e quero terminar de  ver a série,  para depois continuar lendo os livros,  eu sei que sou do contra, e ver as aventuras malucas da Sookie (hehe). 

A edição que eu tenho de Morto até o Anoitecer é de troca, as folhas são brancas, eu não gosto muito de livros com folhas brancas, alem de ficam manchadas mais rapidamente com o tempo, não é tão confortável de ler do que as folhas amareladas. Eu achei a fonte um tanto pequena para ler, podeira ser um pouco maior. A capa não é a capa mais bonita que existe, mais tem lá seu charme. 

Bjokas e até a próxima! 

"[...] Por um segundo, senti-me envergonhada por chamá-lo para me salvar: eu deveria ter cuidado da situação sozinha. Mas daí pensei Porque? Quando você conhece um ser praticamente invencível que declara que te adora, alguém que é difícil, senão impossível, matar, alguém sobrenaturalmente poderoso, é a ele que você tem recorrer.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Livro - Diga aos lobos que estou em casa - Carol Rifka Brunt

Diga aos lobos que estou em casa - Carol Rifka Brunt
"- Havia alguma coisa tão elétrica naquilo. Tão perigosa. Aqueles pequenos toques eram tudo. Eu vivia para eles. Você pode construir um mundo inteiro em volta dos menores toques. Sabia disso? Consegue imaginar? 

Olá Sonhadores, como vão vocês?

Eu estou sumida eu sei, muitas coisas acontecendo, final de ano sempre é uma loucura. Não sei se é o calor, tenho a completa certeza, ou porque o ano esta acabando, que todo muito fica agitado, e fica tentando fazer o que não fez durante o ano, enfim, vamos ao que interessa. Hoje temos livro!  

Diga aos lobos que estou em casa, é um livro único da autora americana Carol Rifka Brunt, lançado no Brasil em 2014, pela Editora Novo Conceito, com 464 páginas e é narrado em primeira pessoa. O livro é um Jovem Adulto, com drama e romance, com muita probabilidade de caírem água dos seus olhos. Cuidado com os spoiler se você não leu. Vamos conhecer a sinopse:
1987. Só existe uma pessoa no mundo inteiro que compreende June Elbus, de 14 anos. Essa pessoa é o seu tio, o renomado pintor Finn Weiss. Tímida na escola, vivendo uma relação distante com a irmã mais velha, June só se sente “ela mesma” na companhia de Finn; ele é seu padrinho, seu confidente e seu melhor amigo. Quando o tio morre precocemente de uma doença sobre a qual a mãe de June prefere não falar, o mundo da garota desaba. Porém, a morte de Finn traz uma surpresa para a vida de June – alguém que a ajudará a curar a sua dor e a reavaliar o que ela pensa saber sobre Finn, sobre sua família e sobre si mesma. No funeral, June observa um homem desconhecido que não tem coragem de se juntar aos familiares de Finn. Dias depois, ela recebe um pacote pelo correio. Dentro dele há um lindo bule que pertenceu a seu tio e um bilhete de Toby, o homem que apareceu no funeral, pedindo uma oportunidade para encontrá-la. À medida que os dois se aproximam, June descobre que não é a única que tem saudades de Finn. Se ela conseguir confiar realmente no inesperado novo amigo, ele poderá se tornar a pessoa mais importante do mundo para June. "Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa" é uma história sensível que fala de amadurecimento, perda do amor e reencontro, um retrato inesquecível sobre a maneira como a compaixão pode nos reconstruir. (Fonte: Skoob 

Quando eu li a sinopse eu fiquei muito interessada no livro, não é um livro que eu leio normalmente, já devem ter percebido que eu gosto muito da fantasia, não leio muito livros de cotidiano não fazem muito a minha praia, mais essa sinopse fez com que eu ficasse com a pulga atrás da orelha e resolvi colocar na linha listinha de quero ler.  
Diga aos lobos que estou em casa, é aquele tipo de livro que você não fica feliz quando ler, não da aquele sorrisinho no meio do livro quando alguma coisas acontece. Mesmo que você já saiba o que vai acontecer, você fica ansioso para não acontecer, porque você sabe das consequências. Cada vez que eu lia eu me sentia angustiada, a morte nunca é algo que a gente se acostuma, quando é súbito, nos ficamos atordoados demais para pensar em alguma coisas, mas quando sabemos que alguém aos poucos está morrendo a dor e sofrimento é muito maior, muitos pensamentos passam pela cabeça  

Eu fiquei muito emocionada em algumas parte, tive que parar de ler, se eu continuasse a ler, com certeza iria chorar, quando eu choro parece que eu abro a torneira e esqueço de fechar. June é a nossa protagonista de 14 anos muito confusa como todo adolescente é, e mesmo com toda a sua confusão não é chata, você entende todos seu sentimentos e a suas ações. O seu melhor amigo, seu tio Finn morreu. Todas as coisas  legais que eles faziam junto, não vão fazer mais, todo aquele mundo de eles criaram não existe mais.  
"[...] Ser arte parecia que poderia ser como ter uma doença. De repente, você se torna um tipo de espécime a ser discutido, analisado, especulado. Eu não precisava de pessoas olhando para mim, tentando adivinhar o que eu estou pensando. [...]"
June, conta todas as coisas incríveis que ela fez com o seu tio Finn, o quão legal ele era, que eles sabia coisas que ninguém mais sabia, mas depois que ele morreu todas essas coisas pareceram não ser do jeito que ela imaginava. June descreve Finn de uma forma que você quer ter um tio Finn para você, para fazerem todas as coisas que eles faziam. 

Uns dos temas marcantes do livro é a AIDS, que naquela época, o livro se passa no final da década de 80, era um tabu e ainda hoje é, mais de níveis diferentes, pois nos anos 80 ninguém sabia muito bem o que era, só sabia quem tinha, morria e que se você soubesse que alguém tinha não chegava perto dele para não correr o risco de pegar. Hoje em dia tem muitos medicamentos que o paciente tem uma sobrevida maior, mais ainda sim tem muito preconceito.   
Como todo mundo, June sabia da AIDS o que falavam na TV ou no jornal, ninguém falava disso em casa ou nas escolas. Quando sua mãe falou que o seu tio tinha AIDS, ela já sabia que ele iria morrer.  
Por esse motivo Finn decidiu fazer um retrato da June e da Greta, sua irmã mais velha malvada, que leva o novo do titulo do livro, era o ultimo registro de Finn no mundo. 

Outro ponto forte do livro é sobre os relacionamentos homoafetido, todo  mundo da família sabia que Finn era gay, mais todo mundo fingia que não fosse verdade, como se esse tipo de pensamento nunca passou pela suas cabeças, e como ele era um artistas famoso, ele tinha lá suas peculiaridade.

No decorrer do livro da para sentir o amadurecimento da June, quando ela descobre que as coisas legais que la fazia com o seu Tio Finn, não era somente Finn que ela estava vendo, tinha um pitada de Toby em toda parte da vida de Finn e aos poucos June foi reconhecendo. E também o seu relacionalmente com Greta, que parece que a cada dia esta desmoronando e June não sebe o que pensar sobre sua irmã.
"[...] Eu queria dizer: É claro que sei disso. Sei tudo sobre coisas muitos pequenas. Proporção. Sei tudo sobre amor grande demais para ficar em um baldezinho. Derramando-se por toda parte da maneira mais constrangeras possível. [...]"
No livro há vários questões interessante que são abordas, ciume, inveja, família e o amor. Amor de todas as fomas, a June descobre que existe muitas formas de amor, e que elas são demostradas de formas diferente, ela amava o seu tio Finn e passou a amar Toby, mesmo em tão pouco tempo que eles tiveram chegar de se conhecer. Um amor puro e inocente, que não vê o preconceito somente as coisas boas e bonitas do mundo.

Eu não quero falar muito dos detalhes se não eu vou ficar dando muito spoiler, eu sei que dou muito spoiler quando eu falo sobre algum livro, mas Diga aos lobos que estou em casa, cada pedacinho vai construindo a historia, e você vai se apegando a cada personagens, dá para entender todos os motivos, os erros e a redenção de cada um. 

Fiquei muito feliz e mesmo triste de ter lido esse livro, fechou meu ano com muitas estrelas, eu quero incluir na minha meta do ano que vem, livros que me deixem com essa sensação: triste, mais feliz. 

"[...] Acho que a ideia é que os oposto se atraem, mais não acho que seja assim na vida real. Acho que, na vida real, as pessoas querem alguém que seja o mais parecido possível com elas. Alguém que pudesse entender exatamente com elas pensam."

Bjokas Sonhadores até a próxima! 

 
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